Release – Juninho Batera
Ednaldo Francisco de Sousa Junior, ou simplesmente Juninho Batera, como é conhecido no meio artístico, é músico, nasceu em Pombal, na Paraíba, mas mora em Fortaleza, Ceará.
Ainda na infância, descobriu seus dons musicais. Aos 10 anos, ingressou em um projeto social chamado Som Tribal, realizado em sua cidade natal, e, desde então, surgiu seu interesse por instrumentos percussivos. No projeto, passou 5 anos se dedicando ao estudo da percussão.
Para realizar o sonho de ser um músico respaldado, contou ainda com a ajuda dos professores de percussão Rosiu e Netinho. Influenciado por grandes nomes da música, com 14 anos, resolveu se especializar na bateria, um instrumento completo em sua sonoridade, porém complexo, por exigir dedicação, habilidade e estudo. Esse foi um momento decisivo na carreira do artista, pois foi a partir daí que ele decidiu se dedicar ao gênero forró.
Tanto talento assim, não poderia ficar escondido. Por indicação, logo surgiram convites para participar de grandes bandas de forró do Nordeste. Dentre elas, estão: Forró do Tchê, de Alagoas, Furacão do Forró, Forró dos Plays e Amor Real, de Fortaleza.
Desde 2012, o baterista trabalha na banda Simone e Simaria, as Coleguinhas, e já se apresentou em diversos eventos importantes, como o Villa Mix, o maior festival sertanejo do Brasil; o Galo da Madrugada, em Recife; São João de Campina Grande, o maior do mundo; Fifa Fan Fest, etc. Além disso, participou de vários programas de televisão a nível nacional, como o Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo e o Hora do Faro, da Record.
Com as Coleguinhas, já gravou dois DVD’s. O primeiro, em Manaus, e o segundo, em Fortaleza, com uma proposta diversificada, executando músicas nos gêneros forró, sertanejo e arrocha. O trabalho nessa gravação chamou atenção por mostrar a versatilidade do músico ao executar todos os estilos.
Atualmente, Juninho Batera, em paralelo ao trabalho com a banda, também realiza gravações em estúdio para outros artistas. Além disso, faz participações e freelancers com outras bandas, não só de forró, como de sertanejo e, até mesmo, de pagode. Afinal, segundo o músico, “o essencial da profissão é poder crescer musicalmente e fazer novas parcerias”.